Mães Boas Não Vão Pro Céu


Mas talvez não pelo motivo que você imagina.
Durante muito tempo, ensinaram às mulheres que uma boa mãe deveria ser paciente, forte, amorosa, presente, equilibrada e capaz de colocar as necessidades dos outros sempre acima das suas.
Mas mães reais se cansam.
Erram.
Sentem culpa.
Sentem raiva.
Precisam recomeçar.
E, ainda assim, continuam amando.
Talvez as mães boas não vão para o céu porque nunca foram santas.
Foram humanas.
Mães Boas Não Vão Pro Céu é um convite para olhar a maternidade sem idealizações, sem receitas prontas e sem julgamentos.
QUEM INVENTOU A MÃE PERFEITA?
Desde que uma mulher descobre que será mãe, começam as expectativas.
Ela deve amar imediatamente.
Deve saber o que fazer.
Deve dar conta de tudo.
Deve colocar os filhos em primeiro lugar.
Deve ser paciente.
Forte.
Presente.
Disponível.
E, de preferência, fazer tudo isso sorrindo.
Mas a realidade raramente cabe nessas exigências.
Existem mães que se sentem perdidas.
Mães que se sentem cansadas.
Mães que sentem culpa.
Mães que precisam reaprender quem são depois da maternidade.
Mães que erram.
Mães que acertam.
Mães que tentam.
E talvez seja justamente aí que mora o problema.
Passamos tanto tempo tentando construir a imagem da mãe ideal que esquecemos de enxergar a mulher real.
A mulher que também sonha.
Que também sofre.
Que também precisa de cuidado.
Que também está aprendendo.
O LIVRO
Um livro sobre mães reais. Não sobre mães perfeitas.
Mães Boas Não Vão Pro Céu nasceu da vontade de olhar para a maternidade além dos estereótipos.
Além das fotografias perfeitas.
Além dos conselhos prontos.
Além das expectativas impossíveis.
Ao longo do livro, diferentes vozes narram experiências atravessadas por amor, culpa, violência, exaustão, desejo, cuidado e ausência.
São histórias que desafiam a ideia de que existe uma única forma de ser mãe.
Ou de ser filha.
E se a maternidade não fosse um lugar de perfeição?
E se fosse apenas um lugar de humanidade?
A proposta da obra
Mães Boas Não Vão Pro Céu tensiona um dos mitos mais persistentes da nossa cultura: o da maternidade como território de abnegação e perfeição.
Por meio de uma arquitetura fragmentária de depoimentos, a obra reúne múltiplas vozes — filhos, filhas e mães — que narram experiências marcadas tanto pelo afeto quanto pela falha.
Cada relato funciona como uma peça de um mosaico maior, revelando a complexidade dos vínculos familiares e desmontando a imagem idealizada da maternidade.
Sem recorrer à moralização ou oferecer respostas fáceis, o livro constrói uma polifonia em que nenhuma voz é definitiva.
O que emerge é um retrato coletivo, contraditório e profundamente humano.
Porque amar nem sempre garante redenção. E cuidar nem sempre impede a ruptura.

POR QUE ESCREVI ESTE LIVRO?
"Aos 23 anos, engravidei do meu primeiro filho.
Estava terminando a faculdade de Direito, escrevendo o Trabalho de Conclusão de Curso e estudando para a prova da OAB.
Achei que conseguiria equilibrar tudo.
Maternidade.
Carreira.
Casamento.
Sonhos.
Não consegui.
Alguns pratos caíram.
Outros quebraram.
E eu me cortei tentando juntar os pedaços.
Quando meu filho nasceu, eu estava exausta.
Havia amor.
Mas também havia medo.
Culpa.
Insegurança.
E uma sensação constante de que eu não estava correspondendo ao que esperavam de uma boa mãe.
Tive depressão pós-parto.
E descobri algo que quase ninguém fala em voz alta:
O amor materno nem sempre chega imediatamente.
Às vezes, ele precisa atravessar o cansaço, a dor e a confusão para encontrar espaço dentro da gente.
Anos depois nasceu minha filha.
E, mais uma vez, a maternidade me mostrou que não existe manual.
Não existe receita.
Não existe gabarito.
Existe apenas a tentativa diária de amar da melhor forma possível.
Ao longo dessa caminhada, percebi que existe uma enorme distância entre as mães reais e as mães idealizadas.
As mães reais erram.
Se cansam.
Sentem raiva.
Precisam de ajuda.
Recomeçam.
E continuam tentando.
Foi dessa inquietação que nasceu Mães Boas Não Vão Pro Céu.
Não para explicar a maternidade.
Não para julgá-la.
Mas para criar um espaço onde mães, filhos e filhas possam ser vistos com mais humanidade e menos condenação.
Jerusa Alves Furbino
Mãe do Gabriel e da Lívia.
Ainda tentando acertar o alvo.
Mas aprendendo a valorizar os pontos que marca ao lado
O LIVRO ESTÁ GERANDO CONVERSAS
Quando falamos sobre maternidade real, as conversas aparecem.
Mães Boas Não Vão Pro Céu tem provocado reflexões sobre maternidade, afeto, culpa, expectativas e relações familiares.
Por isso, o livro já foi tema de entrevistas, conversas e podcast, ampliando um debate que interessa não apenas às mães, mas a todos que já ocuparam o lugar de filho ou filha.
Porque algumas histórias não existem para oferecer respostas.
Existem para abrir conversas.

"Gostei muito. Todas as falas são muito fiéis às histórias de cada pessoa. Escritas com originalidade e muita liberdade de ser. Acho que foi isso que me impulsionou a não parar de ler.
E fui me vendo também naquelas narrativas como filha, como mãe e como ser humano."
Virlene Figueiredo
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"O tempo todo fiquei pensando o que minha mãe e minhas irmãs escreveriam sobre sua mãe."
Fernanda Portes
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"Nunca imaginei que a maternidade pudesse aflorar sentimentos tão diferentes em cada mulher.
Quero indicar este livro para outras pessoas."
Júlia Couto Robles
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Com meu olhar de filha, senti ao mesmo tempo um grande amor e uma grande dor diante da ficção tão real que Jerusa constrói. O livro revela como tantas mães carregam em si a responsabilidade de serem perfeitas, quando, na verdade, já são suficientes e inteiras como são.
Além da força dos relatos, as ilustrações são uma obra-prima à parte.
Paulynne Alves
Algumas leitoras se reconheceram como mães.
Outras se reconheceram como filhas.
Algumas encontraram perguntas.
Outras encontraram respostas.
Talvez você encontre um pouco de si mesma entre essas histórias.
ADQUIRA SEU EXEMPLAR
Leve esta conversa para dentro da sua casa.
Mães Boas Não Vão Pro Céu é um convite para olhar a maternidade, os vínculos familiares e as relações humanas com mais escuta e menos julgamento.
Uma leitura para quem deseja compreender melhor as histórias que carregamos — como mães, filhos, filhas e seres humanos.


NOVO
LIVRO
O LIVRO
01
Ao comprar pelo site da autora você recebe:
-
Exemplar autografado
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Marcador exclusivoDedicatória personalizada
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Frete fixo para todo o Brasil: R$ 9,90
02
Livro físico R$ 40,00
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Autografado pela autora
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Dedicatória personalizada
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Marcador exclusivo
03
E-book R$ 24,90
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Leitura imediata
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Mesmo conteúdo da edição impressa
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Compatível com celular, tablet e computador
Comprando diretamente pelo site, você recebe um exemplar autografado e com dedicatória personalizada — algo que nenhuma grande livraria pode oferecer.
Não existe receita para ser mãe.
Nem para ser filha.
Nem para amar.
Cada pessoa assa o seu bolo à sua maneira.
Alguns ficam perfeitos.
Outros afundam no meio.
Alguns queimam nas bordas.
Mas todos carregam as marcas de quem os preparou. Talvez a vida seja assim também.
Se vamos para o céu ou não, isso pouco importa. O que realmente vale é saber que, mesmo errando, a gente tentou acertar.
Jerusa Alves Furbino
Mãe do Gabriel e da Lívia.
Ainda tentando acertar o alvo.

JERUSA ALVES FURBINO DE FIGUEIREDO
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